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Hoje é o Dia Mundial do IPv6, no qual a Internet Society, alguns grandes provedores de serviços on-line (Google, Facebook, Yahoo, Akamai, etc.) e participantes variados oferecerão seus conteúdos alternativamente em IPv6 durante 24h, motivando usuários, provedores de acesso, fabricantes de hardware e fornecedores de sistemas operacionais, entre outros, a testar e se preparar para a transição do IPv4 (versão corrente do protocolo essencial da Internet) para a nova versão.
A página do IPv6 Day tem muita informação interessante, assim como o artigo na Wikipedia, o artigo na Wikipédia e IPv6.br. Sugiro que você acesse alguns deles para marcar a data e se informar melhor sobre a transição do IPv4 para o IPv6! (via worldipv6day.org)
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Achei uma solução para os Buracos em Salvador…









Welcome to mypotholes.com – Montreal Potholes + MyPotholes no facebook
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Enviado por Rafael Neri (rafepelΘgmail·com):
Testei no Firefox 4.0.1 e funcionou muito bem, confira: [developer.mozilla.org/…]” [referência: noticiaslinux.com.br]
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No dia 12 de junho, termina mais um prazo para inscrições com preços promocionais no FISL deste ano. O preço nesta fase das inscrições é de R$ 173,00.
Estudantes e integrantes de caravanas têm desconto, se inscrevendo po R$ 86,50 neste período. Inscritos na categoria Governo pagam R$ 300,00 cada.
As inscrições pelo site estarão abertas até o dia 22 de junho, embora a preços crescentes, chegando a R$ 250 na última fase. Caso houver vagas disponíveis, poderão ser efetuadas também durante o evento.
O fisl12 será realizado de 29 de junho a 2 de julho, em Porto Alegre, no Centro de Eventos da PUCRS, e terá atividades voltadas às mais diversificadas áreas. Mais informações pelo site http://www.softwarelivre.org/fisl12.
Como diz o garçom da churrascaria : “Relaxe, dona. Essa faca é cega”
Seu Zé : “Já pensou como seria se o mundo criticasse as piadas em vez de rir delas”
Como diz a avó de Saphira: “Mulher e leite no fogo não adianta tentar tomar conta”
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isso é fake.. foto original: http://4.bp.blogspot.com/_e8W9BJ4Wna4/TGSjo36qFGI/AAAAAAAAC3M/It9GM8yc 8vo/s1600/Lula,+Paulo+Coelho.jpgisso foi para promover o livro? ou tentar brincar “como sempre” com a imagem de um político, cujo sua carreira não teve formação acadêmica e fez mais que muito Zé com diploma na mão…

Não tem mesmo!!! kkkkkkkkkk

Antes de o homem apontar aquela setinha do mouse ao mundo, ele segurou uma adaga ou uma espada. Mas qual delas será a mais poderosa? [I Love Charts via F Yeah Computer Science via Technabob via LikeCool]
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Só eu fiquei curioso para saber o que eles estão vendo?
A lua e bonita e tal, mas o que ela fez de efetivamente divertido para nós? Nada. Até agora! A Shimizu Corporation, um conglomerado de empresas gigantesco no Japão, bolou um plano de transformar a lua em uma gigantesca bola de discoteca, coberta com painéis solares e gerando “13.000 terawatts de energia solar contínua, que seria enviada às estações de recebimento na Terra, por meio de lasers ou microondas”. (Tudo isso de acordo com o não muito respeitável Daily Mail).
Os painéis formariam um “faixa com 11 mil quilômetros ao redor do lado iluminado da lua”. Ou seja, não é exatamente uma bola de discoteca, mas é quase lá. Finalmente um uso para a lua! [Daily Mail via PourMeCoffee; imagens via Shutterstock]
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Tenha medooo, o Google vai saber até quanto tem no seu “bolso”… Já estou imaginando o Google Ads: “Com apenas R$XXX, você compra Isso…” … Ele já sabe do que você precisa, imagine sabendo quanto você tem.
O consórcio formado pela Google, Citigroup e MasterCard ganhou reforços da First Data e da Sprint e avança na realização do seu projeto, já comentado aqui, de transformar smartphones em carteiras contendo dinheiro eletrônico.
O app, chamado Google Wallet, foi demonstrado hoje no escritório da Google em Nova York na presença de representantes das empresas parceiras.
A proposta do sistema é facilitar pagamentos, possibilitando ao usuário autorizar uma transferência ao simples toque na tela. Além do pagamento em si, a carteira virtual da Google irá oferecer recursos que estreitem a relação entre as empresas e consumidores, expondo promoções e descontos especiais para o cliente fidelizado. É um esforço para fazer com que o sistema seja interessante tanto para o usuário quanto para as empresas que adotarem o sistema.
Além dos seus dados de cartão de crédito, o plano é que a Google Wallet possa carregar vários outros dados, em forma de cupons de descontos e até de ingressos. Com isso o usuário poderia, por exemplo, ter acesso a um evento musical ou esportivo usando um ingresso que já está salvo no seu smartphone, que se comunica com a roleta através de NFC e libera a sua entrada. Em tese, até seus documentos de identidade e as chaves da sua casa e do seu carro poderão estar dentro dessa super carteira.
Na primeira ocasião em que tratei desse assunto aqui, a maior preocupação manifestada pelos leitores foi referente à segurança. Os detalhes do sistema nesse aspecto foram agora esclarecidos, mostrando que ele contará com várias camadas de segurança, envolvendo forte encriptação de dados e um código PIN que servirá para travar sua carteira contra uso não autorizado. Pelo que posso imaginar, a não ser que seja encontrada alguma séria vulnerabilidade, possibilitando hacks, essa carteira não poderá ser mais insegura do que carregar por aí dinheiro em espécie dentro da sua ancestral pré-histórica feita em couro.
Tomando nossas precárias condições de segurança pública no Brasil para construir um caso hipotético, digamos que um sujeito aponte uma arma à cara do outro e este possua uma Google Wallet. A única forma dessa investida resultar em algo ocorrerá se o criminoso conseguir manter a vítima sob coação e for dar uma volta no shopping obrigando-a a fazer compras. Tudo bem, a situação da segurança pública é precária, mas ainda não vemos normalmente um cara conduzindo o outro para fazer compras sob a mira de um revolver.
Outro aspecto curioso do anúncio de hoje, que deixa claro que as coisas estão avançando rapidamente no sentido de colocar o Android no mundo dos pagamentos via NFC, é que a plataforma da Google irá, efetivamente, sair na dianteira, criando um verdadeiro um ecossistema próprio de comércio eletrônico. Afinal, o Nexus S já está apto a funcionar com esse sistema e o iPhone 5, pelo que sabemos, não será equipado com o hardware necessário.
Com informações do Business Wire.
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Pra fazer arte, claro. Cheque é um negócio que só tem serventia pra loja de móveis e agiotas, o resto do mundo prefere ignorá-lo solenemente. A não ser, claro, que você algum dom artístico, criatividade e tempo.









Vi no Ah Tri, né? Da maravilhosa Dani Koetz.
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Claro, ela esta com medo das ferramentas livres como por exemplo o GIMP e Inkscape, quais já estão em uma estágio avançado de desenvolvimento e funcionalidades. Sinceramente, quem da filosofia votar nessa enquete é retroceder ao que as ferramentas atuais são capazes.
Então, galera!
Adobe está pensando em chegar com a Suite CS no Linux! Mas está precisando de um incentivo…
Disponibilizou uma página pra votação, até o momento (Abril de 2011) está em mais de 10.350
Não sei se a Adobe acha isso muito… mas espera até as comunidades VOL e Under clicar n…
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Claro, ela esta com medo das ferramentas livres como por exemplo o GIMP e Inkscape, quais já estão em uma estágio avançado de desenvolvimento e funcionalidades. Sinceramente, quem da filosofia votar nessa enquete é retroceder ao que as ferramentas atuais são capazes.
Então, galera!
Adobe está pensando em chegar com a Suite CS no Linux! Mas está precisando de um incentivo…
Disponibilizou uma página pra votação, até o momento (Abril de 2011) está em mais de 10.350
Não sei se a Adobe acha isso muito… mas espera até as comunidades VOL e Under clicar n…
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ai, ai…

Às vésperas do G8, o premier Francês, Nikolas Sarkozy, organizou uma cúpula para reunir os líderes mais proeminentes da internet.
Os principais convidados da lista de hoje e amanhã são Mark Zuckerberg (Facebook), Rupert Murdoch (News Corporation), Jeff Bezos (Amazon) e Eric Schmidt (Google), assim como top executivos da Vivendi, Groupon, Microsoft, gravadoras de música, operadoras de telefonia móvel, o fundador do Wikipedia (Jimmy Wales) o criador da licença livre Creative Commons (Lawrence Lessig), entre outros.
A convocação anunciada indica que o encontro tem a finalidade de refletir sobre o impacto da Internet na economia e na geração de empregos, assim como também observar como a tecnologia rompeu com o modelo industrial tradicional e passou a ter um papel epicêntrico em questões importantes no mundo todo.
Periódicos franceses como o Le Monde e o Le Figaro consideram que a a agenda anunciada exclui discussões importantes como a questão da liberdade e a utilização da informação na Internet.
Um painel de debate já intitulado como “Internet e Sociedade” deve, segundo a assessoria da organização, tratar todos os temas a partir de uma perspectiva que leve em conta “uma rede mundial civilizada, ao invés de um espaço pleno de ciber-dissidentes”.
Isso pode naturalmente provocar algum desconforto na opinião pública, uma vez que sem um formato em pormenor sobre quem é dissidente na internet ou não, o tom não saiu lá como dos mais conciliadores. Afinal, praticamente todo internauta pode ser considerado dissidente ao utilizar a rede mundial para se expressar contrariamente a qualquer coisa e o próprio termo em si está associado a importantes protestos e debates recentes.
E embora Sarkozy já tenha sido bastante criticado por mudar sua posição a respeito da Internet algumas vezes, isso não invalida de todo a prerrogativa central por trás do encontro. Recentemente (19) o Google, a Apple e o Facebook foram convidados a depor como colaboradores em uma audiência oficial encomendada pelo senado do EUA para discutir questões como geolocalização e segurança da informação.
Apesar desta última ter tido num tom pouco conciliatório e de debate, tendo alcançando contornos bem mais exigentes e comandatórios por parte dos senadores a inquirir as empresas sobre o assunto e o impacto de pequenos escândalos envolvendo o tema mundo afora, não se pode dizer que agregar os grandes líderes da rede mundial, tanto quanto seja possível, seja algo ruim. Pelo contrário. Mas nem tudo são fleurs-de-lis…
O ex-ministro das Relações Exteriores de Sarkozy, Bernard Kouchner, no ano passado já havia proposto que a França organizasse uma cúpula dedicada à proteção de ciber-dissidentes. Sua meta era dotar o país de ferramentas para protegê-los em nome da preservação da liberdade de expressão, procurando posicionar a França como um país favorável a isso e tendo na livre expressão a sua principal tônica diante da internet.
A revista Marianne, de julho de 2010, publicou uma matéria sobre os contornos deste encontro, que uniria experts da Internet e governantes de mais 17 países, cujo principal objetivo era discutir a oferta de proteger os ciber-dissidentes com os mesmos formatos com os quais jornalistas são protegidos em casos de denúncias contra a liberdade. (Yahoo! France.)
A Holanda havia dado um sinal verde para colaborar com o governo francês na organização deste encontro e sugeriu que ele acontecesse no dia 29 de setembro daquele ano. Um mês depois, em outubro de 2010, Sarkozy, através de uma publicação oficial que fazia mudanças de pauta e de agendas, mudou o discurso e alterou a posição da França em relação ao tema.
A conferência anterior foi então cancelada pela aparente discrepância entre o governo de Sarkozy e o ministério exterior de Kouchner, que em novembro deixou o cargo.
Já neste encontro os temas tratados serão a proteção de direito do autor, o cibercrime e o combate à ideia de que a Internet é meramente uma “zona global onde reina apenas o direito”. Até o momento, não há nenhuma menção de que Julian Assange ou quaisquer um de seus colaboradores do WikiLeaks tenha sido chamado para a conferência.
Sarkozy já manifestou também seu interesse em organizar um novo encontro similar que deve acontecer também antes do G20, nos próximos dias 3 e 4 de novembro, em Cannes.
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Caso isso seja “verdade”, o Debian que tem por “padrão” o gnome, deve incorporar outro ambiente gráfico.. Já que se trata de um sistema operacional para diferentes kernels, não somente Linux.
Essa é uma daquelas matérias difíceis de cobrir: alguns desenvolvedores disseram algo, outros sites publicaram passando a impressão a alguns leitores que quem “disse” foi o projeto GNOME e, para completar, um dos tais desenvolvedores já se desdisse (parcialmente).
Resumindo: houve manifestações dizendo que chegou o momento de o GNOME adotar o systemd como dependência externa (o que só o manteria compatível com o Linux), e conduzindo à conclusão (também expressa por ele mesmo) que o futuro do GNOME é como um sistema operacional próprio, baseado no kernel Linux, e não como uma camada adicional cujos desenvolvedores precisam manter compatível com múltiplos kernels e camadas intermediárias.
Mas na mesma discussão também foi dito que a natureza do GNOME como código aberto permitiria que os interessados em manter a compatibilidade com outros sistemas (BSDs, Solaris, etc.) certamente poderiam fazê-lo, se a mudança realmente ocorrer. E um dos autores dos posicionamentos polêmicos até esclareceu como essa compatibilidade poderia ser mantida, e na mesma ocasião respondeu a uma série de questionamentos sobre a polêmica. (via phoronix.com)
Existem diversos sistemas de “moeda virtual” que dão aquela forcinha na hora de realizar compras online. Em vez de digitar o número do seu cartão em qualquer .com por aí, esses sistemas, cujo maior expoente é o PayPal, requer apenas dois cliques.
Tudo acontece automagicamente. Após confirmar a compra, o PayPal e seus similares debitam o valor gasto dos créditos da sua conta ou, na falta desses, na fatura do seu cartão de crédito, e a transação é concluída com sucesso.
Parece muito moderno, e é! Mas no meio de campo temos as instituições bancárias, as mesmas que no século passado registraram movimentações da poupança numa caderneta de papel e que, até hoje, arrancam o couro dos pobres coitados que recorrem ao cheque especial.
Com a proposta de ser, verdadeiramente, a moeda virtual definitiva, surgiram as Bitcoins. Não há intermediários aqui, todas as trocas entre as pessoas é feita de forma direta, num esquema meio P2P. Existe um software, open source e com versões para Windows, Mac OS X e Linux, para controlar as finanças e enviar/receber Bitcoins.
O detalhe mais… curioso, porém, é na forma como as moedinhas são criadas. No mundo real, o dinheiro sempre vem em troca de alguma coisa: pedras preciosas, bens de consumo, alimentos, força de trabalho. As Bitcoins, não. Elas são criadas num esquema de “mineração virtual”, que utiliza o processamento dos próprios computadores para “cunhar” as moedas. Esse monte de aspas não é acidental e, sim, eu também levantei uma sobrancelha ao ler isso.
Essa forma de geração garante um certo controle sobre a economia das Bitcoins. Seus criadores garantem que jamais existirão mais de 21 milhões delas, e na medida em que mais pessoas entrarem na brincadeira, o processo de mineração ficará menos e menos rentável. Dessa vez, pelo menos nesse aspecto, early adopters têm boas chances de se darem bem.
Ok, tudo muito lindo, mas o que dá para comprar com as Bitcoins? As lojas virtuais, obviamente, têm que estar adaptadas para essa nova moeda. A wiki do serviço traz uma seção com um punhado delas que já estão adaptadas. Tem desde desenvolvedores de games independentes, passando por lojas de camisetas, livros e até serviços de hospedagem. Pela periculosidade do esquema, diria até que o rol de lojas é bastante grande.
Com a promessa de ser para a economia o que a web foi e ainda é para a publicação de conteúdo, os objetivos das Bitcoins são bem ousados e, caso eles ganhem visibilidade e angariem usuários, não duvido nada que governos e grandes instituições criem barreiras para a sua utilização.
Em 2009, existiam 41 moedas alternativas no Brasil, todas com o aval do governo. O objetivo delas é fomentar a economia local, de bairros e pequenas cidades, incentivando o gasto no comércio da região. Será que as Bitcoins podem entrar nesse contexto, servindo de moeda corrente para transações na “região Internet”? Ou o fato de não gerar o pagamento de impostos trará problemas às Bitcoins? O que você acha?
Com informações do Gizmodo.
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Estou encantada com o trabalho de 3 artistas diferentes, mas que tem a mesma proposta: o hiper -realismo. Os três trabalham com pintura em tela e tentam captar ao máximo a realidade do assunto, criando uma imagem tão perfeita que parece uma fotografia:
Beijos, Carol.
O que você está vendo aqui não é uma pintura. Não é um trabalho de Photoshop nem uma obra de renderização. É uma fotografia clicada por Frans Lanting, da National Geographic, capturando árvores no Parque Namib-Naukflut, no momento mais perfeito possível.
Clique na imagem para vê-la inteira e sentir o efeito. O fundo laranja? Trata-se de uma duna refletindo o sol nascente da Namíbia. E enquanto as árvores parecem resultado de um sonho maluco, elas são bem reais e fazem parte de um dos maiores parques nacionais do país. É lindo, é sereno, é surreal. E é quase impossível acreditar que a única pintura aqui foi feita pela natureza. No link ao lado, possível baixar a imagem em alta, para usar de wallpaper e impressionar o pessoal do trabalho. [National Geographic via The High Definite]
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New HTML Parser: The long-awaited libxml2 based HTML parser code is live. It needs further work but already handles most markup better than the original parser.
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