#TEDxAmazonia – Indescritível
Indescritível.
É assim, com esse chavão, com essa palavra tão usada, que defino o primeiro dia do TEDx Amazônia.
Nunca fui tão agraciado com idéias, com experiências tão diferentes e plurais. Desde a maravilhosa dança inicial, os pensamentos do Lama Santen, a dança das chuvas, o trabalho fenomenal com o genoma de Paulo Arruda (obrigado pelo café!), Enrique Leff (obrigado pelo autógrafo!), a consciência de Leinad Carbogim (obrigado pelo abraço!), Bernardo Toro, ao poder dado pela tecnologia de Zach Lieberman, a luta de Zé Claudio Ribeiro, a visão e visualização tecnológica de Aaron Koblin…
Cheguei até a desmaiar no relato de Deise Nishimura (sangue + Eduardo = blackout)!
E muitos outros que, por mais que tente, meu cérebro castigado (no bom sentido) não consegue associar seus nomes as suas excelentes palestras.
É impossível descrever a sensação de estar imerso num ambiente tão rico – e no meio do mais rico ecossistema do mundo: A Floresta Amazônica.
O que eu não esperava é que o TED tem um efeito colateral inesperado e não divulgado: A reflexão.
As idéias ainda estão fervilhando em minha mente e sei que vão trazer mudanças significativas no modo que me vejo inserido na minha comunidade, no meu país e no mundo.
E tentarei espalhar essas mesmas idéias com a mesma paixão e vontade mostrada pelos palestrantes.
Adendo: Ficamos encalhados no meio do Rio Negro após uma manobra pouco ortodoxa de nosso barqueiro. Fizemos novos amigos e rimos muito. Até nisso o TEDx Amazônia está sendo único e transformador! ![]()
